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Vinho Catena Mlabec
Vinho Catena Malbec 750 ml
País: Argentina
Uvas: Malbec
Tipo: Tinto

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R$184,90

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Descrição Rápida

Este é o tinto que mostrou ao mundo o potencial da casta Malbec para originar vinhos de classe mundial. A safra 2015 conquistou novamente 91 pontos de Robert Parker, que destacou seu palato "muito equilibrado, elegante e sutil, com taninos muito finos", além da excelente qualidade pelo que custa. Intenso e concentrado como os grandes tintos argentinos, o Catena Malbec mostra uma complexidade impressionante, raramente encontrada no continente. Eleito mais de uma vez um dos "100 Melhores Vinhos do Mundo" (safras 2002, 2007 e 2009) pela Wine Spectator, é uma referência absoluta.
Vinhedo
Vinhedos de altitude elevada (Angelica, La Pirámide, Altamira). Rendimento controlado. Colheita manual.
Vinificação
Leveduras autóctones. Maceração pré fermentativa de 5 dias a 8ºC. Fermentação alcoólica de 12 dias. maceração pós fermentativa por 19-22 dias.
Maturação
O vinho amadurece 12 meses em barricas de carvalho francês de primeiro, segundo e terceiro usos.

ROBERT PARKER 91 PTS / 2015
JAMES SUCKLING 92 PTS / 2015
Eleito um dos "100 Melhores Vinhos do Mundo" em 2007 e 2009 pela Wine Spectator.
A região de Mendoza é conhecida como o berço do vinho argentino e possui a fama de produzir o melhor Malbec do mundo. Mendoza é responsável por 70% da produção de vinhos da Argentina, tornando-se uma das áreas vinícolas mais importantes das Américas e, consequentemente, uma das mais importantes do Novo Mundo. Entre pequenos produtores e gigantes vitivinícolas, Mendoza possui mais de mil bodegas que utilizam tecnologias avançadas no cultivo, fermentação e comercialização do vinho. Os rótulos mais conhecidos da região argentina são os exemplares do renomado produtor Catena Zapata, conhecido por elaborar vinhos de estrutura e alta complexidade. Nos últimos anos, o sucesso dos vinhos argentinos no mundo todo tem sido estrondoso. Seus tintos ricos, macios e concentrados, elaborados em estilo moderno — principalmente com a uva Malbec e Cabernet Sauvignon — estão entre os que mais agradam o paladar contemporâneo, especialmente nos países do Novo Mundo. Em geral, são vinhos de excelente relação qualidade e preço, muito sabor e apelo imediato, fáceis de gostar ao primeiro gole. Além de muitos vinhos saborosos e acessíveis, a Argentina produz também alguns grandes vinhos, de estrutura e complexidade, entre os melhores do mundo, como é o caso dos famosos Catena Alta, Catena Zapata ou do raro Nicolás Catena Zapata, que são as principais referências de qualidade em vinhos argentinos hoje em dia. Alguns produtores argentinos também produzem excelentes Chardonnays, intensos, ricos e complexos, entre os melhores do continente americano. O potencial da Argentina para produzir grandes vinhos é realmente muito grande, tanto pelo clima quanto pelos terroirs privilegiados e pela possibilidade de se plantar em altitude, que vem sendo cada vez mais explorada por Catena. Entre os tintos argentinos, os grandes destaques do país são a uva Malbec e a Cabernet Sauvignon, enquanto entre os brancos a Chardonnay predomina, com alguns belíssimos exemplares. A uva Bonarda também é muito plantada e já tem dado vinhos tintos macios e alegres, de muito sabor. Experiências têm sido feitas com inúmeras outras uvas, como Syrah, Pinot Noir, Tempranillo, Merlot e Sauvignon Blanc, e o futuro promete interessantes surpresas.
Vinícola Bodega Catena Zapata
Volume 750ml
Teor Alcoólico Não
Safra Não
Tipo Tinto
País Argentina
Uva Malbec
Teste 1
História da Família Catena

É nosso desejo desentranhar os segredos da nossa terra e mostrar com orgulho os nossos vinhedos ao resto do mundo

Esta é a história de como transcorreu nossas vidas, nossa paixão e nosso espírito para transformar um árido deserto em uma das zonas vitícolas mais bonitas e únicas do mundo. Esta é a história de como temos passado nosso conhecimento de padre a filho e de filho a filha a través das gerações, de como temos ensamblado a memória coletiva da família com a mais moderna tecnologia vinícola vigente. É uma história de correr riscos, de respaldar um palpite, de dar um grande salto de fé, de desfrutar um pouco da sorte a través do caminho, de converter a nosso querido terroir de Mendoza na fonte dos vinhos que levam nosso nome.

Alcançando a Terra Prometida - 100 anos da Viticultura Argentina - 4 Gerações

É parte da tradição da história da família que nosso bisavô, Nicolás Catena, quem partiu da Itália para a Argentina em 1898, celebrasse o fim da escassez e a fome na Europa e a chegada a esta abundante nova terra, comendo um pedaço de carne polposa todas as manhas. Reconhecido por o seu incansável otimismo, Nicolás estava convencido de que tinha encontrado a terra prometida na Mendoza, onde plantou a sua primeira vinha de Malbec em 1902.

Até então, o Malbec somente tinha sido utilizado nos vinhos de corte de Bordeaux. Não obstante, Nicolás suspeitava que fosse alcançar seu esplendor oculto nos Andes. Domingo, seu filho maior, herdou este sonho e levou a adega familiar a um segundo nível, tornando-se uns dos viticultores mais prósperos da Mendoza.

No entanto, durante a década dos 60, a família Catena teve que enfrentar grandes desafios. A economia do país atravessava uma época de confusão e os índices de inflação eram descomunais. Um dia, Seu Domingo percebeu que lhe custaria mais colher que deixar a fruta na vinha. Consulto-lhe a Nicolás, o seu filho de 22 anos recém formado como economista, o que fazer frente a esse dilema.

Nicolás lhe aconselhou não colher. Seu Domingo não conseguiu continuar o conselho do seu filho e seguindo sua intuição, colheu igual. Nicolás ainda lembra a tristeza que sentiu por seu pai durante aquele ano.

Para uma nova fronteira

Nicolás Catena nunca diria isto de si mesmo – seu baixo perfil não se o permitiria – mas de fato, tem sido ele o silencioso revolucionário na história da família. Foi ele quem traçou o caminho para uma nova etapa de vinificação, combinando o aprendido no vinhedo com o aprendido na Universidade.

Ao tomar as rédeas da adega e vinhedos da família, a meados dos 60, concentrou-se primeiro em ampliar a distribuição dentro da Argentina, durante os convulsionados anos 70. No entanto, a princípios dos 80, Nicolás decidiu viajar e radicar-se temporalmente em Califórnia, EE. UU, para dar aulas de Economia como Professor Visitante na Universidade de Berkeley. A situação econômica na Argentina era muito difícil, com o governo militar que acaba de declarar a guerra ao Reino Unido e com taxas de inflação superiores aos 1000 por cento anual.

Califórnia, e em especial a região de Napa Valley, foram uma autêntica inspiração para Nicolás e a sua esposa Elena, que costumavam passar os fins de semana nesse lugar junto a sua filha menor Adrianna, que acaba de nascer. Até esse  momento, nenhum adegueiro do “Novo Mundo” havia-se atrevido a concorrer com a França.

Nicolás Catena voltou para Mendoza com uma visão em mente. De um dia para outro, vendeu a sua adega elaboradora de vinhos de mesa, mantendo somente “Bodegas Esmeralda”, a adega de vinhos finos da família. Nesse momento, Argentina era vista como produtora de vinhos a granel, e muitos dos colegas argentinos de Nicolás lhe disseram que estava “completamente louco”.

Mas Nicolás Catena não é uma pessoa fácil de desalentar. Na década dos 80, ele dedicou-se a identificar as melhores áreas para plantar vinhas em Mendoza. Há pouco quando lhe perguntaram por que decidiu plantar Chardonnay e Malbec em Gualtallary, a uma altura de quase 1500 ms/n mar, Nicolás respondeu: “Pensei que a única forma de dar um grande salto qualitativo, era arriscar-se a sobrepassar os limites do cultivo da videira”. Seu próprio Engenheiro Agrônomo lhe tinha dito que o Malbec nunca amadureceria lá, mas amadureceu e maravilhosamente. Nicolás descobriu que Mendoza possui qualidades excepcionais para o cultivo da videira, e que cada zona com a sua determinada altitude, proporciona um micro-clima ideal para cada uva. Descobriu que o solo pobre dos Andes, descartado pelos primeiros imigrantes pela sua baixa fertilidade, constituía efetivamente a terra ideal para o cultivo das uvas de qualidade. E que o clima desértico era um verdadeiro ativo no seu favor, que lhe permitia controlar a qualidade e o tempo de pendurado dos cachos através de um rigoroso controle da irrigação.

Depois chegou o desafio de decidir o que fazer com o Malbec. Nicolás não tinha a mesma convicção que o seu pai sobre o potencial desta uva. Domingo Catena estava convencido de que o Malbec argentino poderia competir de igual a igual com os melhores tintos de Bordeaux. Mesmo assim, Nicolás duvidava da capacidade de envelhecimento do Malbec. Em 1989, ao falecer Seu Domingo, ele focalizou a sua dor em intentar comprovar se a intuição do seu pai era a correta. Depois de cinco  anos de intenso trabalho no vinhedo Angélica, de 60 anos, Nicolás estava realmente satisfeito com os resultados, e em 1994 decidiu elaborar o vinho Catena Malbec. Então, surgiu a questão de quê clones plantar nos vinhedos novos. Dado que na Argentina não existia nenhuma seleção clonal de Malbec, Nicolás decidiu importá-los de Cahors, França. Os clones franceses de Chardonnay outorgaram-lhe seu melhor vinho branco. Mas os resultados com os clones franceses de Malbec foram decepcionantes. Cresceram bagos muito grandes e com aromas e sabores rústicos.

Conseqüentemente, Nicolás decidiu desenvolver sua própria seleção clonal de Malbec. No início plantaram-se 145 clones no vinhedo La Pirámide de Agrelo. Finalmente, selecionaram-se os cinco melhores clones e foram plantados em diferentes microclimas, a diferentes altitudes.

O Nascimento de Catena Alta e Nicolás Catena Zapata

Em 1994, Nicolás e sua equipe estavam seguros de haver identificado os melhores lotes para o cultivo de Chardonnay, Cabernet Sauvignon e Malbec. Em primeiro lugar, José Galante, enólogo principal desde 1975, engarrafou um pequeno corte de uvas dos lotes mais antigos e uniformes do vinhedo La Pirámide (que mais tarde chamou-se vinhedo Agrelo pela sua localização, no distrito de Agrelo). Fracionaram-se 300 caixas de Catena Alta Cabernet Sauvignon.

Em 1995, José engarrafou o primeiro Catena Alta Chardonnay, elaborado com uvas do lote 4 do vinhedo Domingo, localizado na região fria de Tupungato. Ao ano seguinte, em 1996, um hectare, correspondente ao lote 18 do vinhedo Angélica, outorgo as condições ideais para produzir o melhor Malbec. Foi então quando Nicolás decidiu elaborar seu primeiro Catena Alta Malbec.

A colheita 1997 foi um ano excepcional para o Cabernet  Sauvignon. Nicolás Catena e José Galante decidiram criar outro cuvée top, que cumprisse o sonho iniciado nos anos 80. O vinho, denominado Nicolás Catena Zapata (Zapata é o sobrenome de solteira da mãe de Nicolás) é um blend de 95% Cabernet Sauvignon e 5% Malbec. O lançamento foi no ano 2000, a través de una serie de degustações a cegas realizadas nos Estados Unidos e na Europa, contra grandes vinhos do mundo como Chateau Latour, Chateau Haut Brion, Solaia, Caymus e Opus One. Em todas as degustações, o vinho Nicolás Catena Zapata saiu em primeiro ou segundo lugar.

Visual Apresenta uma profunda cor violeta escuro com reflexos pretos.
Olfativo Notas de ameixas maduras e chocolate e um paladar suave e untuoso.
Gustativo palato "muito equilibrado, elegante e sutil, com taninos muito finos", além da excelente qualidade pelo que custa. Intenso e concentrado como os grandes tintos argentinos,
Harmonização Carnes, grelhados e empanadas.

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Produto: Vinho Catena Malbec 750 ml

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