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Apesar de muitas regiões no mundo estarem começando a produzir vinho, o mercado ainda é dominado por 10 países que produzem praticamente 80% do vinho mundial. Desses 10, os países do top 3 são responsáveis por quase metade de todo o vinho do planeta – uma quantidade suficiente para encher aproximadamente 5.127 piscinas olímpicas. Sim, é muito vinho! Confira abaixo a lista dos 10 maiores produtores de vinho do mundo:

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Vinho para Iniciantes

16/06/2015 11:10

Existem muitas formas de apreciar um bom vinho. Mas será que você sabe a forma correta? Qual vinho combina melhor com qual prato? As diferenças dos vinhos? Vamos entender, então.

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Quais as diferenças

17/06/2015 18:56

Você sabe as diferenças entre Champagne, Espumante e Frisante ?

A palavra Champagne deriva de campagnia, termo latino que designa uma região campestre ao norte de Roma. O verdadeiro Champagne provém exclusivamente de uma região, também chamada Champagne, cerca de 145 quilômetros a nordeste de Paris. O Champagne, junto com o Xerez e o Porto, é um dos vinhos de produção mais complicada do mundo. Envolve inúmeras e trabalhosas etapas. Apenas podem ser chamados de champagne os vinhos espumantes produzidos nesta região da França. Portanto: tod champagne é um vinho espumante, mas nem todo vinho espumante é champagne.

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 Para acompanhar o chocolate, enólogos indicam vinhos tintos, encorpados e doces

O chocolate é considerado o alimento mais difícil para se harmonizar com vinho, porque ele é forte, gorduroso e doce -três características que dificultam a combinação. “São poucos os vinhos que conseguem chegar perto do gosto forte do chocolate, e a primeira regra para a harmonização é que os dois elementos tenham o mesmo peso. Mas essa combinação não é impossível -e quando dá certo, é maravilhosa”, garante a enóloga Susana Jhun, professora do curso de tecnologia em gastronomia da Universidade Anhembi-Morumbi.

Segundo Susana, a doçura atrapalha a harmonização porque ela se impregna no paladar. “Por exemplo: você faz um suco de uma laranja superdoce, toma e acha uma delícia. Mas se antes de tomar, comer uma cocada baiana, nem vai perceber o gosto da laranja. As papilas gustativas ficam envolvidas com o doce, tornando difícil sentir os outros sabores”, explica. A gordura também envolve a língua, formando uma espécie de película nas papilas gustativas, o que faz desaparecer outros gostos.

Por isso, a recomendação da especialista é que se comece escolhendo um chocolate que tenha entre 50% e 70% de cacau -ou seja, um chocolate com menos açúcar e gordura. Depois, o vinho tem de reunir as seguintes qualidades: ser encorpado, tinto, de sobremesa, com açúcar residual elevado, aromático (aroma forte) e complexo (com vários grupos aromáticos, como frutas, madeiras, flores etc.). Para quem não entende muito sobre vinhos, o melhor caminho é procurar uma importadora ou loja especializada que tenha profissionais para orientar a escolha.

Sem erro

Para principiantes ou entendidos, a enóloga sugere uma harmonização que sempre dá certo: chocolate meio amargo com Banylus. “É um vinho tinto encorpado e fortificado, ou seja, na produção se adiciona aguardente de uva. O objetivo dessa adição é interromper a fermentação, para que o vinho fique mais doce”, diz Susana. Por conta desse processo, o teor alcoólico se eleva. O Banylus, feito no sul da França, passa ainda por um processo de cozimento ao sol, o que aumenta sua complexidade e deixa um leve sabor oxidado.

Outra combinação clássica para o chocolate é o português vinho do Porto. “Para beber com chocolate, gosto muito do Porto Tawny de dez anos, que é ainda mais envelhecido que um Porto normal, chegando mais perto do peso do chocolate”, diz Susana.

Opções

Outras possibilidades para combinar com o chocolate são vinhos produzidos com uvas de colheita tardia, ou "late harvest". “A uva vai desidratando no pé e, com isso, o açúcar se concentra. O resultado é um vinho mais licoroso e doce”, afirma o sommelier Maurício Costa, do Grand Hotel São Pedro - Hotel-Escola Senac.

Mais exemplos de vinho de colheita tardia que também vão muito bem com chocolate, segundo Maurício, são os chamados Icewine, produzidos no Canadá, ou Eiswein, típicos da Alemanha. “Esse vinho do gelo é um pouco difícil de se encontrar. É produzido apenas em locais com temperatura bem baixa e na época fria, quando as uvas são deixadas no pé para congelar”, conta.

Tudo é possível

Os vinhos mais vendidos no mundo são os tintos secos -e há muita gente que não gosta de outro tipo. Mesmo para esses paladares, diz Costa, é possível encontrar uma boa combinação. “Um chocolate mais forte, com 75% de cacau, se adapta melhor ao vinho seco”, afirma. Nesses casos, a harmonização fica mais fácil com vinhos cabernet sauvignon ou syrah que tenham passado por carvalho, ficando com um paladar bastante amadeirado.

Nem os amantes de chocolate branco precisam se sentir excluídos, embora este seja um tipo de chocolate ainda mais difícil de harmonizar, por ser mais doce e gorduroso que os demais. “Recomendo um 'late harvest' mais simples, menos complexto, para não se sobressair demais. Também precisa ter uma boa acidez, para equilibrar a untuosidade do chocolate”, diz Costa.

Fonte: UOL

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Depois de aberto, não tem jeito. O vinho entra em contato com o ar e começa, mesmo que de forma lenta, um processo chamado oxidação, que vai fazer com que os aromas do vinho se percam e o vinho se deteriore. Por isso, guardar o restinho do vinho é sempre a última opção. O melhor mesmo é não deixar nada para depois.

Mas, claro que às vezes acontecem situações que não nos permitem beber toda uma garrafa de 750ml e que nos “obrigam” a guardar o vinho depois de aberto, não é mesmo? Nesse caso, seguem algumas dicas práticas de conservação.

Como conservar?

1 – Método Simples de Geladeira

Coloque novamente a rolha na garrafa e a deixe armazenada na porta da geladeira. O frio irá retardar um pouco a oxidação que está ocorrendo no líquido. No entanto, é bom não esperar muito para consumir esse vinho. Três dias é o prazo máximo. Ah! Claro que deve ser levado em consideração que vinhos mais encorpados e com mais álcool resistem um pouco mais.

2 – Método de Vácuo

Existe no mercado um produto chamado Vacu Vin, uma bombinha de sucção que vem com tampas de borracha que funcionam como válvulas. Ele retira todo o ar de dentro da garrafa, retardando assim o processo de oxidação do vinho. Pode ser encontrado em diversas lojas de vinho e também de artigos para o lar. Sem dúvida, esse produto é um bom aliado, mas ainda assim, haverá perda de aromas e das características únicas do vinho.

3 – Método de Meia Garrafa

Se você costuma deixar meia garrafa para outro dia, o melhor é utilizar garrafas vazias de 375ml para armazenar o restante do vinho que sobrou das garrafas grandes. Fazendo isso, o vinho que restou da garrafa de 750ml, por exemplo, irá ocupar quase que integralmente o espaço da garrafinha não sobrando muito espaço para o oxigênio, de forma a estender um pouquinho mais o tempo de vida do vinho.

4 – Método de Restaurantes

No caso dos restaurantes que servem vinhos em taças, um método eficaz de conservação se faz extremamente necessário. Neste caso, é usado o nitrogênio, que é um gás inerte e que não altera a bebida. O Nitrogênio, por meio de máquinas específicas, é injetado às garrafas de vinho já abertas substituindo o oxigênio. O preço é elevado demais para uso caseiro.

Fonte: Blog Vinho Tinto

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Um estudo realizado pela Universidade de Nápoles e publicado na revista científica Food Research International, pode mudar significativamente a maneira como são realizadas as degustações profissionais de vinhos.

De acordo com a pesquisa, a quantidade de vinho ingerida pelos degustadores tem forte influência na percepção dos sabores. Os cientistas concluíram que diferentes volumes deveriam ser ingeridos de cada vez para a melhor apreciação de diferentes variedades de vinhos. O contato com a saliva em pequenos goles ajuda a liberar os sabores frutados e as notas florais, enquanto goles mais generosos são melhores para capturar os sabores cítricos e de mel, por exemplo.

Apesar dos odores serem considerados como a parte mais importante na percepção do gosto, os resultados observados na pesquisa adicionam a importância que a relação vinho-saliva tem no processo de degustação. “A liberação de alguns componentes voláteis do vinho, especialmente os frutados e os oxidativos, é afetada diretamente pelo volume do gole ingerido”, disse o chefe da pesquisa italiana. Isso ajuda a explicar por quê muitas vezes sentimos diferenças relevantes entre o cheiro do vinho na taça e sua percepção no paladar.

Para exemplificar e constatar o fenômeno observado pelos pesquisadores, faça o teste você mesmo! Os sabores florais e de maçã cozida comumente encontrados em varietais feitos com as castas Chardonnay, Semillon e Sauvignon Blanc. Do mesmo modo, sabores de frutas vermelhas e mel são mais fáceis de perceber em goles maiores. Aumente gradativamente a dose de degustação e encontre o volume ideal para sua melhor percepção dos sabores.

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Um experimento científico sobre como os aspectos ambientais afetam nossos sentidos numa degustação de vinhos, trouxe uma nova visão sobre como as cores e os sons afetam a forma como percebemos os sabores. Os resultados mostraram que uma mudança na cor e no som durante uma degustação podem alterar, quase imediatamente, o sabor daquele vinho.

Quase 3.000 pessoas participaram do experimento, o maior teste desse tipo até hoje, durante o festival Streets of Spain, organizado em junho de 2014 pela vinícola Campo Viejo, em Londres.

O experimento foi conduzido pelo neurocientista cognitivo Charles Spence, professor de Psicologia Experimental da Universidade de Oxford. Os participantes tiveram de caminhar através de uma instalação batizada de Campo Viejo Colour Lab para experimentar a influência da cor e do som no gosto. Ao entrar no laboratório, cada pessoa recebeu uma única taça para provar, servida num cálice totalmente negro, percebendo como o sabor do vinho se alterava completamente na medida em que eles eram expostos a uma variedade de sons e cores cientificamente escolhidas.

Os resultados publicados mostram que uma mudança na cor e no som podem afetar o sabor do vinho em cerca de 10%. As principais conclusões tiradas do experimento foram:
• a luz vermelha e a música suave são uma combinação ideal, aumentando a satisfação em até 9%; 
• a luz verde e a música melancólica aumentam o frescor, mas reduzem a intensidade em até 14%; 
• a luz vermelha sozinha é capaz de realçar as notas frutadas dos vinhos;
• a luz verde sozinha é capaz de realçar o frescor dos vinhos.

Segundo o professor Charles Spence: “Ficamos surpresos ao ver como a cor e o som tem um efeito tão profundo sobre o sabor do vinho. Sabíamos que algum efeito era provável, mas os resultados foram muito além do que estávamos esperando. A realização em larga escala desse experimento multisensorial foi capaz de nos mostrar de forma inequívoca, pela primeira vez, que a cor e som juntos têm um efeito muito maior sobre a percepção do gosto das pessoas do que a luz por si só”.

Quem desejar experimentar por si mesmo, pode ouvir as faixas utilizadas no experimento Colour Lab através deste link
Fonte: Gazeta Online

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Sua origem não é exata, mas acredita-se que ele tenha sido feito pela primeira vez no interior de Minas Gerais e São Paulo com o objetivo de esquentar o corpo nos meses frios de inverno.
A mistura era originalmente preparada com pinga, gengibre e especiarias. Com o tempo, e com a adoção do quentão pelas festas juninas, as receitas começaram a variar, incorporando a cachaça, o vinho, canela e até marshmallow e frutas. Misturas certamente bem sucedidas, mas nada de se empolgar com o gosto único e o calorzinho delicioso causado pela bebida. Por causa do álcool, ela pode embriagar rapidamente se consumida em excesso.
As calorias também não são poucas. Com tanto álcool e açúcar, um copo de 200 ml de quentão pode chegar a 400 calorias.

Tradição
A receita mais tradicional conhecida atualmente é a de cachaça, água, açúcar, gengibre, cravo-da-índia e canela. Em algumas regiões, são adicionados laranja e limão à mistura enquanto a bebida ferve. É possível também acrescentar frutas descascadas, como a maçã, o que é geralmente feito no preparo do quentão de vinho.

Qualidade
Para garantir uma ótima bebida, é importante escolher bem a cachaça, pinga ou vinho. Bebidas de boa qualidade fazem um quentão muito melhor, então atenção à origem e propriedades delas. É importante também não fugir da ordem de preparo. No caso do quentão de cachaça, o açúcar vai primeiro para a panela, seguido do gengibre, cravo e canela. A água é adicionada quando o açúcar está derretido, mas antes de ele escurecer. A cachaça vem em seguida – cerca de meio litro de água para cada meio litro de bebida destilada, para que a mistura não fique muito forte. Utilize uma peneira para tirar os ingredientes sólidos antes de servir. O quentão preparado com vinho tinto é popular especialmente no sul do Brasil. A receita também leva gengibre, cravo, canela, açúcar, água e o vinho, ao invés da cachaça ou pinga.

Fonte: Deville

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Um novo estudo realizado pela Faculdade Imperial de Londres demonstrou que chocolate e vinho ajudam a manter a silhueta.
A chave do sucesso não é tradição de contar calorias, e sim milhões de bactérias que habitam nosso trato gastrointestinal e que se alimentam da mesma comida que nós. Algumas nos ajudam a digerir alimentos e absorver os nutrientes. Já outras interferem no funcionamento normal do intestino. Consequentemente, é preciso fornecer às bactérias ‘do bem’ os alimentos dos quais elas necessitam.

Seus alimentos favoritos são queijos, outros derivados do leite, nozes e óleo vegetal. Elas não gostam de gordura nem de açúcar — este tipo de substância é como veneno para elas. Mas as bactérias ‘do bem’ adoram também vinho e chocolate (meio amargo, com mais cacau).

Esses produtos contêm polifenóis, substâncias que fortalecem o sistema imunológico. Quanto mais polifenóis tivermos em nossa dieta cotidiana, mais facilmente o organismo irá absorver as vitaminas e demais elementos, e mais em forma iremos ficar. Sem dietas cruéis nem treinos esgotadores!

O responsável pelo estudo, Tim Spector, passou muito tempo observando dois gêmeos: um deles passou a vida toda lutando contra o excesso de peso, enquanto o outro era magro sem fazer muito esforço. Spector tem certeza de que a única diferença entre os dois irmãos está na flora intestinal.

Então, coma mais queijos, iogurtes e nozes, e menos fast food. Assim, poderá consumir vinho e chocolate com a permissão dos cientistas.

Fonte: Incrível

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