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Depois de aberto, não tem jeito. O vinho entra em contato com o ar e começa, mesmo que de forma lenta, um processo chamado oxidação, que vai fazer com que os aromas do vinho se percam e o vinho se deteriore. Por isso, guardar o restinho do vinho é sempre a última opção. O melhor mesmo é não deixar nada para depois.

Mas, claro que às vezes acontecem situações que não nos permitem beber toda uma garrafa de 750ml e que nos “obrigam” a guardar o vinho depois de aberto, não é mesmo? Nesse caso, seguem algumas dicas práticas de conservação.

Como conservar?

1 – Método Simples de Geladeira

Coloque novamente a rolha na garrafa e a deixe armazenada na porta da geladeira. O frio irá retardar um pouco a oxidação que está ocorrendo no líquido. No entanto, é bom não esperar muito para consumir esse vinho. Três dias é o prazo máximo. Ah! Claro que deve ser levado em consideração que vinhos mais encorpados e com mais álcool resistem um pouco mais.

2 – Método de Vácuo

Existe no mercado um produto chamado Vacu Vin, uma bombinha de sucção que vem com tampas de borracha que funcionam como válvulas. Ele retira todo o ar de dentro da garrafa, retardando assim o processo de oxidação do vinho. Pode ser encontrado em diversas lojas de vinho e também de artigos para o lar. Sem dúvida, esse produto é um bom aliado, mas ainda assim, haverá perda de aromas e das características únicas do vinho.

3 – Método de Meia Garrafa

Se você costuma deixar meia garrafa para outro dia, o melhor é utilizar garrafas vazias de 375ml para armazenar o restante do vinho que sobrou das garrafas grandes. Fazendo isso, o vinho que restou da garrafa de 750ml, por exemplo, irá ocupar quase que integralmente o espaço da garrafinha não sobrando muito espaço para o oxigênio, de forma a estender um pouquinho mais o tempo de vida do vinho.

4 – Método de Restaurantes

No caso dos restaurantes que servem vinhos em taças, um método eficaz de conservação se faz extremamente necessário. Neste caso, é usado o nitrogênio, que é um gás inerte e que não altera a bebida. O Nitrogênio, por meio de máquinas específicas, é injetado às garrafas de vinho já abertas substituindo o oxigênio. O preço é elevado demais para uso caseiro.

Fonte: Blog Vinho Tinto

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 Para acompanhar o chocolate, enólogos indicam vinhos tintos, encorpados e doces

O chocolate é considerado o alimento mais difícil para se harmonizar com vinho, porque ele é forte, gorduroso e doce -três características que dificultam a combinação. “São poucos os vinhos que conseguem chegar perto do gosto forte do chocolate, e a primeira regra para a harmonização é que os dois elementos tenham o mesmo peso. Mas essa combinação não é impossível -e quando dá certo, é maravilhosa”, garante a enóloga Susana Jhun, professora do curso de tecnologia em gastronomia da Universidade Anhembi-Morumbi.

Segundo Susana, a doçura atrapalha a harmonização porque ela se impregna no paladar. “Por exemplo: você faz um suco de uma laranja superdoce, toma e acha uma delícia. Mas se antes de tomar, comer uma cocada baiana, nem vai perceber o gosto da laranja. As papilas gustativas ficam envolvidas com o doce, tornando difícil sentir os outros sabores”, explica. A gordura também envolve a língua, formando uma espécie de película nas papilas gustativas, o que faz desaparecer outros gostos.

Por isso, a recomendação da especialista é que se comece escolhendo um chocolate que tenha entre 50% e 70% de cacau -ou seja, um chocolate com menos açúcar e gordura. Depois, o vinho tem de reunir as seguintes qualidades: ser encorpado, tinto, de sobremesa, com açúcar residual elevado, aromático (aroma forte) e complexo (com vários grupos aromáticos, como frutas, madeiras, flores etc.). Para quem não entende muito sobre vinhos, o melhor caminho é procurar uma importadora ou loja especializada que tenha profissionais para orientar a escolha.

Sem erro

Para principiantes ou entendidos, a enóloga sugere uma harmonização que sempre dá certo: chocolate meio amargo com Banylus. “É um vinho tinto encorpado e fortificado, ou seja, na produção se adiciona aguardente de uva. O objetivo dessa adição é interromper a fermentação, para que o vinho fique mais doce”, diz Susana. Por conta desse processo, o teor alcoólico se eleva. O Banylus, feito no sul da França, passa ainda por um processo de cozimento ao sol, o que aumenta sua complexidade e deixa um leve sabor oxidado.

Outra combinação clássica para o chocolate é o português vinho do Porto. “Para beber com chocolate, gosto muito do Porto Tawny de dez anos, que é ainda mais envelhecido que um Porto normal, chegando mais perto do peso do chocolate”, diz Susana.

Opções

Outras possibilidades para combinar com o chocolate são vinhos produzidos com uvas de colheita tardia, ou "late harvest". “A uva vai desidratando no pé e, com isso, o açúcar se concentra. O resultado é um vinho mais licoroso e doce”, afirma o sommelier Maurício Costa, do Grand Hotel São Pedro - Hotel-Escola Senac.

Mais exemplos de vinho de colheita tardia que também vão muito bem com chocolate, segundo Maurício, são os chamados Icewine, produzidos no Canadá, ou Eiswein, típicos da Alemanha. “Esse vinho do gelo é um pouco difícil de se encontrar. É produzido apenas em locais com temperatura bem baixa e na época fria, quando as uvas são deixadas no pé para congelar”, conta.

Tudo é possível

Os vinhos mais vendidos no mundo são os tintos secos -e há muita gente que não gosta de outro tipo. Mesmo para esses paladares, diz Costa, é possível encontrar uma boa combinação. “Um chocolate mais forte, com 75% de cacau, se adapta melhor ao vinho seco”, afirma. Nesses casos, a harmonização fica mais fácil com vinhos cabernet sauvignon ou syrah que tenham passado por carvalho, ficando com um paladar bastante amadeirado.

Nem os amantes de chocolate branco precisam se sentir excluídos, embora este seja um tipo de chocolate ainda mais difícil de harmonizar, por ser mais doce e gorduroso que os demais. “Recomendo um 'late harvest' mais simples, menos complexto, para não se sobressair demais. Também precisa ter uma boa acidez, para equilibrar a untuosidade do chocolate”, diz Costa.

Fonte: UOL

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Quais as diferenças

17/06/2015 18:56

Você sabe as diferenças entre Champagne, Espumante e Frisante ?

A palavra Champagne deriva de campagnia, termo latino que designa uma região campestre ao norte de Roma. O verdadeiro Champagne provém exclusivamente de uma região, também chamada Champagne, cerca de 145 quilômetros a nordeste de Paris. O Champagne, junto com o Xerez e o Porto, é um dos vinhos de produção mais complicada do mundo. Envolve inúmeras e trabalhosas etapas. Apenas podem ser chamados de champagne os vinhos espumantes produzidos nesta região da França. Portanto: tod champagne é um vinho espumante, mas nem todo vinho espumante é champagne.

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Vinho para Iniciantes

16/06/2015 11:10

Existem muitas formas de apreciar um bom vinho. Mas será que você sabe a forma correta? Qual vinho combina melhor com qual prato? As diferenças dos vinhos? Vamos entender, então.

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Apesar de muitas regiões no mundo estarem começando a produzir vinho, o mercado ainda é dominado por 10 países que produzem praticamente 80% do vinho mundial. Desses 10, os países do top 3 são responsáveis por quase metade de todo o vinho do planeta – uma quantidade suficiente para encher aproximadamente 5.127 piscinas olímpicas. Sim, é muito vinho! Confira abaixo a lista dos 10 maiores produtores de vinho do mundo:

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