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Historia do vinho

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O bar e a coquetelaria do Grande Dia

As bebidas do casamento fazem parte do buffet. Da água aos sucos e refrigerantes, dos vinhos à cerveja, passando pelo champanhe do brinde. Tudo calculado para não faltar em nenhum momento da recepção.

As bebidas do casamento

Não dá para pensar em festa sem buffet. Assim como não é possível definir o cardápio para o Grande Dia sem incluir as bebidas do casamento. Mais do que simples complemento da refeição, as bebidas ditam o ritmo e a duração do evento, pois não ficam restritas a um momento, mas estarão presentes em todos os momentos da recepção. Daí também a importância de se calcular bem a quantidade.

No coquetel, almoço ou jantar, na pausa das danças e, claro, na hora do brinde dos noivos. E não estamos falando somente de bebidas alcoólicas. As bebidas do casamento vão desde a água – essencial – aos sucos e refrigerantes, para as crianças e convidados que preferem se abster de álcool. Já no quesito “líquido inflamáveis”, como brincam os fãs dos fermentados e destilados, estão o romântico champanhe, o tradicional vinho (tinto, rosé ou branco), os mais quentes, como whisky (uísque, se preferir), vodka, rum, conhaque, etc. Além de licores e da popular cerveja.

Drinks e coquetéis especiais

Um capítulo à parte no bar do casamento é reservado para os drinks especiais. Batidos, mexidos ou montados, eles atraem a atenção dos convidados e surpreendem com suas cores, formas e sabores. E se os noivos pretendem incluir esses coquetéis no evento, a dica é contratar profissionais da área, como barmans, mixólogos ou bartenders. Esses últimos, além de prepararem as bebidas, são uma atração a mais, com seus malabarismos impressionantes. Um show!

Fonte: Guia de Casamento

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Estudos realizados por investigadores da Bélgica e Holanda comprovam que o chocolate, o café e o vinho tinto são benéficos para os intestinos

Um grupo de investigadores da Bélgica e da Holanda realizaram vários estudos que comprovam que o vinho tinto, o chocolate e o café aumentam a diversidade de bactérias nos intestinos, o que por sua vez é benéfico para a saúde.

Os resultados foram partilhados pela revista Science. Os cientistas analisaram milhares de amostras de fezes de voluntários e mapearam as espécies de bactérias existentes nos intestinos, associando-as a fatores do estilo de vida.

O primeiro estudo, liderado por Jeroen Raes, do Instituto de Biotecnologia de Flandres, na Bélgica, analisou amostras de cerca de 1100 voluntários e concluiu que a quantidade de bactérias presentes no intestino está fortemente relacionada pela dieta, divergindo consoante o país.

Por outro lado, a investigação liderada por Cisca Hutternhower, da Universidade de Groningen's na Holanda, diretamente relacionada com o primeiro estudo, apresentou resultados semelhantes: alguns laticínios como a manteiga e o iogurte aumentam a diversidade de espécies no intestino, assim como o café, o chocolate e o vinho tinto, enquanto os alimentos de alto teor calórico e alguns medicamentos (anti-histamínicos, hormonas e anti-inflamatórios), têm o efeito oposto, segundo Alexandra Zhernakova, da Universidade de Groningen, citada pelo The washington Post.

Os alimentos que aumentam a diversidade de micróbios no intestino são benéficos para a saúde, no entanto devem ser consumidos com moderação.

Fonte: Diário de Notícas

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Se você está entrando agora no mundo dos vinhos, é bom ler essa matéria.
Quais são os tipos de vinho que existem?

1) Vinho Tinto

É aquele produzido a partir da fermentação do suco, ou mosto, extraído de uvas pretas ou tintas. É um dos tipos de vinho mais consumido, principalmente aqui no Brasil. Quando falamos de vinho automaticamente falamos de vinho tinto, pode perceber. Se você quer dizer que vai beber um vinho tinto, diz apenas “vou beber vinho”, mas se sua intenção é beber um vinho branco, tem que dizer “vou beber um vinho branco”. É realmente o vinho mais famoso.

Dentre as variedades de uvas que oferecem esse vinho temos a famosíssima Cabernet Sauvignon. Você provavelmente conhece essa casta. Sabe porque ela é tão famosa? Cabernet Sauvignon caiu no gosto popular porque o mercado quis. É uma uva de fácil cultivo se compara as outras e plantada em todas as regiões, de modo correto, dará bons frutos para a vinificação. Portando temos um vinho bom e de custo baixo. Perfeito para o mercado de massa.

Mas não esqueceremos de que a Cabernet Sauvignon nos traz excelentes vinhos, é famosa também porque é a principal uva do corte bordalês, vinhos que vem da região de Bordeaux, na França. Produz um vinho intenso e de bastante tanino, ideal para harmonizar com carnes e pratos mais gordurosos.

A Merlot­ é outra das estrelas dos tintos ­­também muito cultivada em diversos países e pode apresentar aromas de ameixa e uvas passas. Também tem plantio muito forte em Bordeaux, sendo, também, parte do corte bordalês.

O tinto é famoso também na área médica, uma taça ao dia é indicada por causa da presença de polifenóis, compostos químicos provenientes da casca da uva, além de tornar a bebida saudável, ajuda a eliminar as toxinas presentes em alimentos gordurosos e até mesmo combater radicais livres.

2) Vinhos Brancos

São aqueles de cor dourada e sabor frutado e são produzidos a partir das uvas brancas. É indicado para ser servido gelado e acompanha muito bem frutos e peixes do mar. Ainda pouco apreciado no Brasil, o vinho branco vem aos poucos ganhando seu destaque.

Para quem quer apreciar esse tipo de vinho, há mais uma vantagem, pesquisadores do Departamento de Anatomia Humana da Universidade de Milão mostraram recentemente que as substâncias presentes nos vinhos brancos podem reduzir a tendência de doenças como artrite reumática e osteoporose.

Sobre as uvas de onde são feitos os vinhos brancos, a Chardonnay é considerada a uva rainha para este tipo de vinho. Está para o branco, assim como a Cabernet Sauvignon está para o tinto. Um fato curioso é que a Chardonnay é uma das mais presentes entre espumantes. Isso explica o fato de que a maior região de cultivo de Chardonnay na França é em Champagne.

3) Vinho Rosé

É feito de uvas tintas e tem tons variados (A maioria imagina que ele vem da mistura de tinto com branco, mas isso não acontece, ok? Em algumas regiões viníferas isso é até proibido por lei!), conhecido como um vinho sofisticado, é ideal para degustar no verão. No Brasil, o mercado de vinho Rosé está em expansão, isso porque o número de apreciadores aumentou. Isso se deve a um marketing poderoso para elitizar a bebida, usado por grandes vinícolas nacionais e mundiais.

O rosé, nos EUA, é símbolo de status e bon vinvant, é um vinho que pode ser encontrado com facilidade na costa da Califórnia, bebido na beira da praia e que consegue agradar muito aos jovens da região.

Na culinária, os rosés merecem atenção também. Tem grande potencial de harmonização com pratos como salmão sem muito molho. Grelhados, por exemplo.

Para uma janta especial e romântica, ele casa perfeitamente, principalmente com pratos leves como peixes. Ou então apenas para saborear no final de tarde, apreciando a vista do mar. Se você tem preconceito com rosés, saiba que eu era um desses. Hoje sou amante desse tipo de vinho. Troco apenas por um bom Chardonnay, dos brancos.

Uma curiosidade é que os rosés vem de uvas tintas. E de acordo com a uva do qual é proveniente ele mostrará tons de rosas passando por salmão e cor de casca de cebola. Essas últimas cores são bastante presentes quando a uva utilizada é a Cabernet Sauvignon. Os rosés passam por um processo onde é excluída a casca durante a produção, o que lhe confere menos cor.

4) Os vinhos doces ou vinhos de sobremesa

Se você quer conquistar uma mulher ou alguém que não é muito fã desse mundo de vinhos, ofereça um vinho doce licoroso. Temos exemplares nacionais da Aurora muito populares e deliciosos. Chamado de Colheita Tardia deve estar em torno de R$ 20,00. Se você quiser harmoniza-lo, eu indico alguma sobremesa que seja doce porém tenha sabores cítricos como laranja. Tortinhas de laranja são uma boa pedida. Você vai fazer uma festa na boca com tanto sabor.

O vinho licoroso tem alto teor alcóolico, por isso é servido em cálices – pequenas taças. É uma ótima maneira de começar a apresentar vinhos para seu par, caso ele ou ela não seja muito fã desse mundo.

É importante ressaltar aqui que os vinhos doces dessa categoria nada tem a ver com os vinhos ditos suaves, vinhos coloniais feitas de uvas de sobremesa. Uvas para serem consumidas como fruta e não vinificadas. Da família das vitis americanas (ao contrário das vitis viníferas). Esses vinhos suaves tem qualidade inferior e podem ter adição de açúcar. Falaremos mais sobre isso em um artigo especial onde explicarei a diferença entre vinhos finos e vinhos de mesa (tinto suave, seco, etc).

5) Vinhos fortificados

São aqueles que recebem aguardente vínica (grapa) ou alguma outra bebida destilada como o conhaque, e assim se tornam mais fortes ou fortificados. Contém alto teor alcoólico e sabor doce. O Vinho do Porto é um dos vinhos fortificados mais conhecido.

O motivo original para a adição desse álcool era para que o vinho tivesse uma vida maior, pois o álcool é por si um antisséptico, funcionando como um conservante natural. Com o tempo, caiu no gosto e formou seu próprio nicho dentro dos vinhos.

6) Espumantes

São vinhos que tem gás carbônico. Ou seja, são vinhos gaseificados. Mas vamos com calma. Existem diversos modos e subdivisões, como já mencionamos anteriormente. Mas vamos tentar facilitar nessa primeira etapa.

É chamado de espumante todo o vinho que passa por duas fermentações. Uma delas é a fermentação normal, no qual o açúcar da uva se transforma em álcool.

A segunda fermentação é a que pode adicionar o CO2 ao vinho. Aqui começa a ficar interessante. Esse processo pode se dar fora ou dentro da garrafa. Quando é feito este segundo processo de fermentação dentro da garrafa, definimos o método como Champanoise ou Tradicional. Se ele é feito dentro de tanques de inox, chamamos de método Charmat. Obviamente o primeiro dará maior corpo ao vinho, tornando-o mais caro porém de melhor qualidade. Vale experimentar os dois, óbvio!

Curiosidade: O método Champanoise consiste em um dos mais charmosos rituais no mundo do vinho. As garrafas são viradas uma a uma, ¼ por dia, para melhorar a fermentação e a produção das borbulhas. Durante o momento em que o espumante é servido, na taça, essas borbulhas são chamadas de perlage, e a intensidade, tamanho, frequência e persistência das perlages podem indicar a qualidade de um espumante!

E pra finalizar, sim, champagne e espumante é a mesma coisa, porém apenas os produzidos na região de Champagne, por questão de legislação local, pode ser chamado de Champagne. O mesmo acontece com a Cava espanhola.

Via Vem da Uva

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Já está mais do que comprovado que beber vinho, com moderação, pode trazer incontáveis benefícios à saúde. Mas o que talvez muita gente não saiba é que consumir a bebida antes de dormir pode auxiliar na perda de peso durante o sono.

Parece milagre, mas não é. Uma pesquisa da Washington State University apontou que o resveratrol, presente principalmente na casca e na semente da uva roxa, é capaz de converter o excesso de gordura branca em gordura marrom - mais fácil de ser eliminada pelo organismo.

O resveratrol é um polifenol, que age como antioxidante e pode ser encontrado na maioria das frutas, principalmente nas escuras ou de cascas escuras, como amora, morango e até maçã.

A pesquisa foi publicada no International Journal of Obesity e durante o estudo ratos foram alimentados com uma dieta altamente gordurosa. Parte deles, no entanto, recebeu diariamente uma dose concentrada de resveratrol, outra parte não. Os ratos que receberam resveratrol engordaram 40% menos que os roedores que só se alimentaram com a dieta calórica.

"Os polifenóis em frutas aumentam a oxidação de gorduras na dieta de modo que o corpo fica sobrecarregado", afirmou Min Du, professor e cientista da Washington State University. Segundo ele, converter gordura branca em gordura marrom auxilia na queima lipídios e ajuda a manter o corpo em equilíbrio e prevenir a obesidade e disfunção metabólica.

Mas o que o vinho tem a ver com a perda de peso? Embora, o resveratrol esteja presente em diversas frutas, no vinho há uma grande concentração da substância – quanto mais escuro for o vinho, mais polifenóis ele contém.

O resveratol não auxilia apenas na perda de peso, mas está associado também a outros benefícios para a saúde, como na diminuição do colesterol LDL e no aumento dos níveis de lipoproteínas de alta densidade, o colesterol HDL, tendo assim importante papel na redução do risco de doenças cardiovasculares, como o infarto.

Via EXAME.

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Um novo estudo realizado pela Faculdade Imperial de Londres demonstrou que chocolate e vinho ajudam a manter a silhueta.
A chave do sucesso não é tradição de contar calorias, e sim milhões de bactérias que habitam nosso trato gastrointestinal e que se alimentam da mesma comida que nós. Algumas nos ajudam a digerir alimentos e absorver os nutrientes. Já outras interferem no funcionamento normal do intestino. Consequentemente, é preciso fornecer às bactérias ‘do bem’ os alimentos dos quais elas necessitam.

Seus alimentos favoritos são queijos, outros derivados do leite, nozes e óleo vegetal. Elas não gostam de gordura nem de açúcar — este tipo de substância é como veneno para elas. Mas as bactérias ‘do bem’ adoram também vinho e chocolate (meio amargo, com mais cacau).

Esses produtos contêm polifenóis, substâncias que fortalecem o sistema imunológico. Quanto mais polifenóis tivermos em nossa dieta cotidiana, mais facilmente o organismo irá absorver as vitaminas e demais elementos, e mais em forma iremos ficar. Sem dietas cruéis nem treinos esgotadores!

O responsável pelo estudo, Tim Spector, passou muito tempo observando dois gêmeos: um deles passou a vida toda lutando contra o excesso de peso, enquanto o outro era magro sem fazer muito esforço. Spector tem certeza de que a única diferença entre os dois irmãos está na flora intestinal.

Então, coma mais queijos, iogurtes e nozes, e menos fast food. Assim, poderá consumir vinho e chocolate com a permissão dos cientistas.

Fonte: Incrível

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Sua origem não é exata, mas acredita-se que ele tenha sido feito pela primeira vez no interior de Minas Gerais e São Paulo com o objetivo de esquentar o corpo nos meses frios de inverno.
A mistura era originalmente preparada com pinga, gengibre e especiarias. Com o tempo, e com a adoção do quentão pelas festas juninas, as receitas começaram a variar, incorporando a cachaça, o vinho, canela e até marshmallow e frutas. Misturas certamente bem sucedidas, mas nada de se empolgar com o gosto único e o calorzinho delicioso causado pela bebida. Por causa do álcool, ela pode embriagar rapidamente se consumida em excesso.
As calorias também não são poucas. Com tanto álcool e açúcar, um copo de 200 ml de quentão pode chegar a 400 calorias.

Tradição
A receita mais tradicional conhecida atualmente é a de cachaça, água, açúcar, gengibre, cravo-da-índia e canela. Em algumas regiões, são adicionados laranja e limão à mistura enquanto a bebida ferve. É possível também acrescentar frutas descascadas, como a maçã, o que é geralmente feito no preparo do quentão de vinho.

Qualidade
Para garantir uma ótima bebida, é importante escolher bem a cachaça, pinga ou vinho. Bebidas de boa qualidade fazem um quentão muito melhor, então atenção à origem e propriedades delas. É importante também não fugir da ordem de preparo. No caso do quentão de cachaça, o açúcar vai primeiro para a panela, seguido do gengibre, cravo e canela. A água é adicionada quando o açúcar está derretido, mas antes de ele escurecer. A cachaça vem em seguida – cerca de meio litro de água para cada meio litro de bebida destilada, para que a mistura não fique muito forte. Utilize uma peneira para tirar os ingredientes sólidos antes de servir. O quentão preparado com vinho tinto é popular especialmente no sul do Brasil. A receita também leva gengibre, cravo, canela, açúcar, água e o vinho, ao invés da cachaça ou pinga.

Fonte: Deville

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Um experimento científico sobre como os aspectos ambientais afetam nossos sentidos numa degustação de vinhos, trouxe uma nova visão sobre como as cores e os sons afetam a forma como percebemos os sabores. Os resultados mostraram que uma mudança na cor e no som durante uma degustação podem alterar, quase imediatamente, o sabor daquele vinho.

Quase 3.000 pessoas participaram do experimento, o maior teste desse tipo até hoje, durante o festival Streets of Spain, organizado em junho de 2014 pela vinícola Campo Viejo, em Londres.

O experimento foi conduzido pelo neurocientista cognitivo Charles Spence, professor de Psicologia Experimental da Universidade de Oxford. Os participantes tiveram de caminhar através de uma instalação batizada de Campo Viejo Colour Lab para experimentar a influência da cor e do som no gosto. Ao entrar no laboratório, cada pessoa recebeu uma única taça para provar, servida num cálice totalmente negro, percebendo como o sabor do vinho se alterava completamente na medida em que eles eram expostos a uma variedade de sons e cores cientificamente escolhidas.

Os resultados publicados mostram que uma mudança na cor e no som podem afetar o sabor do vinho em cerca de 10%. As principais conclusões tiradas do experimento foram:
• a luz vermelha e a música suave são uma combinação ideal, aumentando a satisfação em até 9%; 
• a luz verde e a música melancólica aumentam o frescor, mas reduzem a intensidade em até 14%; 
• a luz vermelha sozinha é capaz de realçar as notas frutadas dos vinhos;
• a luz verde sozinha é capaz de realçar o frescor dos vinhos.

Segundo o professor Charles Spence: “Ficamos surpresos ao ver como a cor e o som tem um efeito tão profundo sobre o sabor do vinho. Sabíamos que algum efeito era provável, mas os resultados foram muito além do que estávamos esperando. A realização em larga escala desse experimento multisensorial foi capaz de nos mostrar de forma inequívoca, pela primeira vez, que a cor e som juntos têm um efeito muito maior sobre a percepção do gosto das pessoas do que a luz por si só”.

Quem desejar experimentar por si mesmo, pode ouvir as faixas utilizadas no experimento Colour Lab através deste link
Fonte: Gazeta Online

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A venda de bebidas alcoólicas é proibida para menores de 18 anos. Se beber, não dirija.